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No
passado Domingo, dia 13 de Maio, decorreu um Recital de Música e Poesia
Mariana na Igreja Paroquial de Carapeços. Este evento cultural foi
organizado pelo TPC (Teatro Popular de Carapeços - ACDC) e pela
Paróquia de São Tiago de Carapeços e teve a colaboração do Coro do
Mosteiro de Grijó e o apoio da Câmara Municipal de Barcelos. Durante
mais de uma hora, o TPC e o Coro de Grijó presentearam os espectadores
com momentos de grande beleza artística e valor cultural.
A declamação dos poemas dedicados a Nossa Senhora esteve a cargo dos
elementos do TPC. Foram apresentados apenas poemas de autores
portugueses, desde os clássicos Gil Vicente e Camões até aos
contemporâneos José Régio e Ana Maria Figueiral. Entre os vários
poemas, o Coro de Grijó entoava algumas melodias dedicadas a Maria, da
autoria de grandes compositores clássicos como Rakhmaninov e Grieg. Os
temas apresentados estão incluídos no albúm "Magnificat", lançado por
este Coro em Maio de 2005 e composto apenas por temas marianos.
A população carapecense compareceu em grande número nesta manifestação
cultural e demonstrou o seu agrado. Os organizadores também se
mostraram satisfeitos com a adesão popular e sentiram o seu empenho
recompensado pela receptividade que esta iniciativa teve junto da
população carapecense.
Coral Mosteiro Grijó
(Para conhecer o historial deste coro clique aqui )
TPC
Programa:
Magnificat – Johann Pachelbel (sécs. XVII – XVIII)
“Auto Pastoril Português “ – poema de Gil Vicente (sécs. XV-XVI)
À Virgem Santíssima – poema de Antero de Quental (séc. XIX)
Ave Maria – Jacob Arcadelt (séc. XVI)
Tu, Virgem pura, santa, Ave Maria – poema de Camões (séc. XVI)
Ave Maria –Tomás Luís de Victoria (sécs. XVI-XVII)
Ave Maria – poema de Almeida Garrett (sécs. XVIII – XIX)
Ave Maria – Sergey Rakhmaninov (sécs. XIX-XX)
Maria – poema de Ana Maria Figueiral (n. séc. XX)
A maior dor humana – poema de Gomes Leal (sécs. XIX-XX)
Refugium Peccatorum – poema de Diogo Feijó (sécs. XVIII-XIX)
Ave, maris stella – Edvard Grieg (sécs. XIX-XX)
Endechas a Nossa Senhora – poema de Diogo Bernardes (sécs. XVI-XVII)
Nossa Senhora de madeira – poema de José Régio (séc. XX)
Mariam matrem - Libré Vermell de Montserrat (sécs. XIII-XIV)
O menino brincando – poema de Augusto Gil (sécs. XIX-XX)
Salve Regina – Max Baumann (séc. XX)
Salve Rainha – poema de João de Deus (séc. XIX)
A Nossa Senhora - poema de António Nobre (séc. XIX)
Regina caeli – Gregor Aichinger (sécs. XVI-XVII)
Destaque dos media a este evento:
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