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O Credo das religiões unidas. |
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Escrito por José Pernicas da Silva
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Sexta, 28 de Julho de 2006 |
Creio em deus pai todo poderoso: Eu não sei como por dinheiro se criou tanto guloso.
Criador do céu e da terra: Só se vê políticos e governantes no nosso meio, a por o povo em guerra.
Creio em Jesus Cristo seu único filho: Só vejo políticos no nosso meio a fazer sarilho.
Nasceu da Santa Maria Virgem ficando ela sempre virgem; Não sei como se formou tal regime.
Padeceu sobre o regime de políticos foi morto e sepultado: Não sei como se criou tanto assassino e malvado.
Desceu ao inferno ao terceiro dia: Não sei como deixaram tanto governante viver na burguesia.
Ressuscitou e subiu ao céu: À custa de quem trabalha e ainda lhes temos de tirar o chapéu.
Está sentado à direita do pai: Está pregado na cruz de olhos tapados fixados não vê o que na terra vai.
Há de vir a julgar os vivos e os mortos: Era bom que ele viesse para indireirtar esse tortos.
E o seu reino não terá fim: Para esses que tem grandes ordenados e reformas não estão degradados mas sim é um jardim.
Creio no Divino Espírito Santo: Eles não é para bem dos portugueses mas pelo dinheiro não estão mancos.
Creio na Santa Igreja católica e romana: O dinheiro até lhes cai e eles deitados na cama.
Creio na comunicação dos santos: Quando andam na política para isso não estão mancos.
Creio na remissão dos pecados: Creio que só deixo a ambição quando forem sepultados.
Creio na vida eterna Amem; Tem barriga e dinheiro para comer bem, mas que se lembre daquele que quer comer e não tem.
Com respeito a políticos,
Creio em deus todo poderoso. Para ir comer à pia,
Qual será o mais guloso
Ai dois mil ai dois mil Ave Maria cheia de graça. Dai uma luz aos governantes Para eles ver o que se passa.
| Ai dois mil ai dois mil,
Já vi o que vais fazer.
Ainda estás a começar,
E já vejo o mundo arder.
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